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Hilton Crazy SpaceSeptember 04 Só sei que nada seiSó sei que nada sei...
Longe dos textos... Longe da discussões... Longe do que fui. Terá havido perda de identidade? As vezes questiono-me sobre isso, o fato é que o mundo das pessoas não é estático, ou seja, o processo de mudanças e transformações que vão acontecendo para uns vem mais rápido, para outros nunca termina. E uma coisa soa engraçada dentro de minha cabeça, eu tinha tantas certezas! E a cada ano que passa, apesar de ter mais conhecimento seja ele empírico ou científico menas convicções me restam. Minha cabeça sempre é um turbilhão de perguntas, onde giram muitos "Será's"? "Porque's"?
Quiça um tempo atrás diria eu que isso nunca mudaria, hoje eu apenas acho. Dizem que as pessoas não nos modificam. Errado! Elas apenas não fazem isso diretamente, aceitamos mudar aquilo que nos parece ser válido, se essa vai ser uma mudança boa ou ruim, você só vai descobrir com o tempo. Por falar em tempo, apesar de cada vez mais eu falar que os dias passam voando, que cada mês parece ser mais curto que o outro, acho que vivi nesses três últimos anos mais coisas do que o resto da minha vida.
E dentre as várias definições que encontrei nos poucos livros que li a que me parece mais correta é a de Arthur Shopenhauer que diz “A vida é como um pêndulo que oscila entre o tédio e o sofrimento, a felicidade é o cessar de ambos”. Claro que pensar que a vida seja só isso seria diminuí-la de modo muito vil, mas não é a pretensão do autor que por ora escreve discorrer sobre a vida.
Acredito que essa frase apenas trata de desmistificar essa utopia de “vida de felicidade plena”. O ser humano é um ser fadado a infelicidade. Não sou pessimista não! Mas há períodos onde o pendulo oscila mais para o sofrimento, ou alguém conhece alguma pessoa que nunca esteve infeliz? Isso porque sempre estamos querendo algo, e na verdade isso não tem nada de ruim, pelo contrário, se nunca almejássemos coisas melhores, maiores, mais complexas não teríamos saído do tacape ainda.
Me desconcerto ainda todas as vezes que sou arrebatado por algum pensamento, algum sentimento que consegue revirar tudo minha cabeça, é como se eu tivesse todo um esquema montado em uma mesa e alguma coisa bagunçasse tudo, ou seja, tu sabe que todas as respostas e meios estão ali mas tá tudo tão confuso que nada faz sentido. E quando isso acontece a incerteza toma conta em uma velocidade muito grande, e você começa a rever suas decisões e seus conceitos mas nada parece fazer sentido.
E nessa hora o pendulo já está quase na extremidade máxima chegando no “sofrimento” aqui ele sofre uma mudança pois parece que sua velocidade entra em “slow motion”, sempre parece que o período de sofrimento, tédio, etc é maior do que o de felicidade, conquistas, realizações. Isso deve ser pelo fato de que não contamos os dias felizes, as horas e momentos, agora fazemos questão de eternizar todos os momentos ruins. Ser humano é algo estranho, complexo e as vezes beira ao ridículo.
E com tudo isso concluísse o que? Na verdade, nada! Quem sabe não foi em momentos assim que Sócrates cunho sua frase: “Só sei que nada sei”. July 24 Pensamentos Soltos de hoje... (Por: Djescika)Pensamentos soltos de hoje... Pessoas. Todas as vezes que me pego pensando em personalidade, lembro de um conselho de um velho amigo, que dizia: “Nunca espere dos outros a atitude que você teria em certa situação, porque irá se decepcionar.” Hoje eu li diversas frases estúpidas, sem sentido, com uma fonte simples, cor lilás, e algumas verdades mal contadas e outras mentiras bem elaboradas... E por alguns minutos, tentei lutar contra tudo aquilo que acredito para fazer daquelas palavras uma verdade pra mim... Mas claro, não consegui. E não pense que é titulo de orgulho ser assim. Tem coisas que não admito, e que quase excluo em automático quando chegam em frente aos meus olhos. Também por algumas vezes me saboto, pensando que poderia sim aceitar situações e verdades que não condizem com a minha realidade, somente para ter aceitação ou até poder desfrutar de certas coisas... Mas logo depois essa sabotagem chega ao fim, não durando muito tempo. Serve somente para dar mais um motivo para escrever. Até que ponto, posso ser eu? Até que ponto, posso me satisfazer com esse meu jeito de ver as coisas e não me sentir errada ou culpada por não concordar com essa futilidade que encontro da porta do meu quarto para fora. E assim entrou a noite... O meu mundo ficou menor que o meu quarto, se resumia em perguntas das quais, só eu poderia responder. E será que posso? Vejamos:
Esse sim deve ter se pego em inúmeras situações como a que estou hoje... Temos o costume bobo, de usa a frase “SÓ ME ARREPENDO DAQUILO QUE NÃO FIZ”, para justificar as “burradas” que fizemos e não temos como voltar atrás. Então penso que devemos usar desse mundo de liberdades e de direitos iguais, para errar menos, e não se arrepender de nada, nem do que foi feito, nem do que não foi. Seria mentir para eu mesma, se eu dissesse que não me importo com a imagem que os outros têm de mim. Realmente isso não me influência muito, pois, tenho total responsabilidade por meus atos e escolhas e gosto deles, se não, hesitaria em tomá-los. Mas mesmo com tudo isso, há pessoas que têm o “dom” de achar que sou previsível, de achar que com meias bobagens mal ditas, irão me ganhar, seja no intelectual, na piada, no corpo, ou na dança. Onde estamos? Sou muito mais do que isso. Sou tudo isso que estou escrevendo, a indignação que tenho na ponta dos dedos, os pensamentos soltos que vêm a toda hora, e que por vezes não consigo organizar em palavras... Sou as inúmeras vezes que meu irmão e meu pai me interromperam enquanto escrevo... E isso? Coisas desse gênero ninguém sabe a respeito de ninguém, mas me esforço pra conhecer a pessoa na essência, não julgando e rotulando sem dar chances á elas. E depois de todas essas chances, ainda vem “aquela” pessoa, e faz tudo cair por terra. Logo penso, chega! Por que se preocupar com o que outros pensam? Ótima pergunta, e a resposta é simples; porque precisamos um dos outros. Que felicidade é felicidade, se não tiver um alguém pra compartilhar ou viver? Então escuto tudo e todos, mas não consigo ser conivente com tudo isso. Lamento! Outra pergunta que ainda não encontrei a resposta e talvez nunca encontre: “Porque as pessoas teimam em não usar a sinceridade, se a coisa que elas menos suportam é a mentira? A verdade dói muito menos, é de uma vez só, é uma só ferida e cicatriz e não precisa ser Dr. para saber disso. Ilustração disso é quando, um ladrão vem em nossa casa, rouba a mão armada ou não e vai embora... Fazendo doer, machucar e assustando. Já o caloteiro, o mau pagador, vai até uma loja com um sorriso de orelha a orelha, compra mercadorias, leva um papel chamado carnê para casa, somente pra lembrar-se do cara que ele acabara de roubar... Porque as mercadorias ele nunca irá pagar. Por sua vez isso dói, machuca, assusta, e nos faz sentirmos totalmente idiotas e impotentes quanto a isso. Assim me sinto com essas pessoas que teimam em mentir. Chega a ser tão “besta” que fico impotente, não sabendo nem como agir, não me abalando ao ponto de discutir, muito menos ao ponto de aceitar, mas juro, eu tento! Seria mais fácil fazer como todo mundo faz... Então me poupe de meias verdades. O leite ferveu, e fez uma sujeira. Conte-me mentiras bem elaboradas pra que eu possa rir, ou não conte... Seja você, e se você é isso? Então me poupe novamente! A tua beleza se torna tão pobre, as tuas palavras vazias e o seu cheiro eu nem sinto... E tudo isso, por falta da “maldita” sinceridade! Acho que queria provar pra mim mesmo que você não é assim, que não existem pessoas tão fúteis, e que o modelo de pessoa que sempre procurei, não é nada parecido com alguém como você. Seria mais fácil do que mudar de paradigma e pensamento. Mas o que eu queria mesmo era mudar você, para provar a mim mesmo, que não estive errada esse tempo todo. Mesmo assim ainda me importo com o que se passa na sua cabeça, mais não por você e sim por mim. Dito seguramente, alguém que olha novela nas noites de férias, não serve pra mim, não pela novela, nem pela noite, mas sim porque NÃO SERVE. Hoje queria que minha mente voltasse ao tamanho original.
July 15 Reflexões e devaneios de uma terça a noite...Reflexões e devaneios de uma terça a noite Todos nós formamos nosso conceito do que queremos ser, das coisas que valorizamos, projetamos nossa imagem para as pessoas, e essa imagem é um reflexo de nossas escolhas, bem, ser você mesmo nem sempre é tão fácil agir em coerência com o que você pensa então... Ihhh daí piora, como sempre digo, formei minha personalidade acreditando que é melhor ser sincero consigo mesmo do que tentar ser “cool”. O fato é que, a tentação realmente é grande, o sistema todo te seduz e incentiva a abrir mão de ser o que é para adentrar ao “modelo” do que é estipulado. E tudo isso seria facilmente superado se não houvesse o pequeno-grande empecilho de muitas vezes querermos agradar ou ser agradáveis as pessoas. Há pessoas que querem ser realmente “pop’s”, ou seja, já é possível verificar “in loco” aquela disputa acirrada pela popularidade, tal qual é mostrada nos filmes “teenagers” americanos. Impressiona que mesmo sendo conhecido e criticado esse mesmo modelo vem sendo adotado em larga escala também por essas “plagas”. E não é novidade alguma, encontrar pessoas vivendo, e parecendo ser algo que elas não são apenas para ser o foco das atenções, e isso é a confirmação de que a vaidade continua sendo um dos vícios mais fortes sob a qual as pessoas submetem-se quase sem notar. Se você é uma pessoa que não tem sua personalidade “padronizada” e adequada ao que hoje poderia chamar-se de “cool”. Ou seja, se não está dentro dos parâmetros estipulados “na moda” com certeza encontrará dificuldades. Seja em ter sua opinião ouvida, porque aceita com certeza ela não será, afinal de contas, você é o estranho. Ou se ainda almeja tentar conquistar opiniões favoráveis. Vejo que a sociedade hoje é como uma grande máquina onde produz seu modelo ditado pelas altas cabeças com sabe-se lá que autoridade, e onde a grande massa, por ser vazia, por não ter se definido se submete ao que lhes é empurrado, mais uma vez me encontro em profundos questionamentos sobre as personalidades. Ainda ouço belos discursos sendo proferidos sobre a beleza da diversidade, que ela não deixa cair na mesmice, ela é o “mix” que faz as relações prosseguirem, realmente o discurso é lindo, a realidade, entretanto não condiz com tal discurso, e é possível ver que as pessoas buscam refúgios nas chamadas “tribos”, havendo várias, Hip Hop, EMO’s, Pagodeiros, Funkeiros, Futeboleiros etc. O problema é quando você não se encaixa em nenhuma, até porque, esses rótulos tentam traçar limites, se você é um Roqueiro e é “pego”escutando um funk, pronto... A sabatina está montada e isso pode acontecer em vários gêneros, o respeito pela opinião alheia hoje quando não fica só no discurso, encontra um limite onde apenas não se diz o que pensasse sobre as escolhas alheias, porém o reflexo disso são os pequenos diferenciais em tratamentos que as pessoas vão aplicando. Uma pessoa que não encontre “abrigo” em nenhuma “tribo” tem grandes possibilidades de se sentir e de realmente ser deslocada para fora desse meio social, e entre tantos “faça e não faça” e “seja ou não seja” pergunto muitas vezes quem são as pessoas? Hoje existe uma despersonalização, está cada vez mais difícil conhecer alguém, pois uma grande maioria tem suas personalidades ditadas, pela novela, pela revista, pelo Orkut tudo exerce influência, e isso é normal, o problema é que até certo ponto é compreensível, mas não trazer padrões mínimos acaba por te deixar vazio. E hoje meu desafio continua a ser... Viver de acordo com minhas idéias, respeitando as alheias, mas sem esperar nada de ninguém, a vaidade é uma inimiga implacável, a toda hora procura meios de te tentar... Ser agradável a si ou aos outros? Ah... infeliz dilema! Essas frases montadas dizem a toda hora, o importante é estar de bem consigo mesmo, mas é possível estar de bem consigo mesmo e sozinho? Seria arrogância demais, e imbecilidade demais supor que eu me bastaria. Agora não vejo como um modelo a ser seguido, aquele que prioriza ser agradável aos outros desprezando o que realmente nos faz bem. Então este é o desafio conseguir conciliar o mais harmoniosamente, esses dois mundos. Filosófico demais? Quem sabe... Para uma terça-feira às 01:04 pode até ser considerado... E isso que nem bebi! Que lástima. July 07 A vida noturna e suas múltiplas faces"Todas as noites são iguais os meninos satisfeitos e as meninas querem mais" - Capital InicialTalvez até haja alguma verdade nisso, mas aquela máxima de que toda regra tem excessão ainda continua valendo, entretanto a primeira parte dessa célebre frase foi alvo de mais uma avaliação dessa pessoa que por hora escreve esse texto que talvez (quase com certeza) não mudará nada, não será lido por quase ninguém, mas para aqueles que lerem que são um grupo seleto dedico os meus agradecimentos, pois não é qualquer um que dedica alguns minutos do seu tempo para ler um texto que sabe-se lá o que dirá, mas a amizade faz esse sacrifício. Mas vamos ao que interessa, a noite nos reserva uma história a parte, todos são diferentes, as coisas realmente se transformam, ainda mais quando falamos em um sábado a noite. Sim... onde tudo gira em torno das baladas, então sob um olhar descompromissado de um reles mortal a vida segue, e para um observador natural a noite de sábado é um espetáculo a parte, onde as pessoas desfilam com seus modelitos novos, seus carros brilhando, suas maquiagens e adereços. Seduzir... essa é a palavra. E para isso os métodos são os mais variados, como é fácil de ser notado os nichos, tribos ou qualquer outro rótulo que as pessoas queiram dar para os distintos grupos de pessoas tem suas peculiaridades, para alguns o status é estabelecido pela quantidade de cerveja que toma, para outros pelo último lugar que frequentou, ainda poderíamos dizer que tem todo o fator vestuário que é um caso a parte, só sobre isso poderíamos falar páginas e páginas, mas não é essa a intenção. O caso é que, na sociedade de hoje, para o chamado "senso comum" o importante é apenas PARECER, não importa você SER, mas apenas aparentar, e isso ficou claro em uma cena presenciada nessa noite, mas que já foi observada outras vezes, pois bem em um dos chamado "points" (brasileiro adora empregar palavras estrangeiras eu sei lá porque) a certa altura da noite, para um carro, do seu interior descem mulheres que mais parecem modelos, talvez até não pela beleza, mas a produção estava boa. Com toda pose possível as cinco meninas caminham por mais ou menos uns 80 metros chamando a atenção do público masculino e feminino é claro, adentram a loja de conveniências, e então o ritual se repete, após olhar diversos preços e claro passar alguns minutos no banheiro as nossas queridas e lindas meninas saem absolutamentem como entraram, sem nada, com todo ar e pomposidade desfilam em direção ao carro, como se satisfeitas após demarcarem território. Na minha cabeça vieram algumas perguntas a primeira foi: "Será isso uma tara por banheiros de lojas de conveniência?" ou ainda talvez alguma delas não tenha avisado as amigas que quando saírem devem levar dinheiro consigo para comprar as coisas, mas deixando a maldade de lado, talvez elas apenas estejam fazendo uma pesquisa de preço e decidiram unir o útil ao agradável, pesquisa rápida em um sábado a noite antes de balada. Bom ao menos, não ocorreu a cena de descer cinco pessoas para comprarem apenas uma água, coisa que eu já vi acontecer. Ainda restaria a hipótese, será que é nas proximidades das lojas de conveniência que se encontram as mais novas tendências da moda? Pois estava parecendo uma passarela, enfim coisas da noite. Onde mais uma vez fica claro que uma maquiagem e uma roupa bonita não conseguem mudar a personalidade de alguém que precisa ser "vista" a necessidade de atenção é um dos problemas da nossa geração, talvez seja fruto do que nos é passado todos o dia, afinal para muitos basta PARECER. July 05 Reflexões Ébrias...Sábado, 05 de julho de 2008...
00:15
E algumas cervejas depois...
Resolvi escutar algumas músicas...
E sei lá porque essa me chamou a atenção e procurei a tradução...
E ela fez muito sentido... ao menos hoje..
Wrecking Hotel Rooms (tradução)MxpxComposição: Mike Herrera & Mark Hoppus Destruindo Quartos de Hotel
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